Leveza

Molhou seus pés na água corrente que escoava pela rocha. Era o começo de um rio. Era o começo de um novo caminhar de pés descalços e limpos. Molhou seus pés e lavou a alma. De alma limpa, flutuou. Flutuou como pássaro; flutuou com desejos de menino. Quando posou, as suas asas se transformaram em braços.  Mas a alma continuou a voar.



Paulo Francisco

4 comentários:

Marly de Bastos disse...

E quem precisa de alma par voar? Tendo lápis e papel na mão podemos alcançar as alturas Paulo!
bjkas doces e bom fim de semana.

valeria soares disse...

"Leve como leve pluma" Muito bom!

Milene Lima disse...

Esse seu voo foi mágico e de tanta poesia a me comover.

P.S: morrer de amor é bom?

Beijo!

SOL da Esteva disse...

Paulo, Amigo

A leveza da Alma lavada, é um voar contínuo e auspicioso que se liga ao "nós".


Abraços



SOL