Esconderijo


20 comentários:

lis disse...

Temos dias em que ficar recolhido é bem saudável.
E gosto também das divagações a que tais dias nos levam;
_sempre a saudade nos remete a essa perguntinha _ 'cadê voce?'
estou por aqui, ok?
meu abraço

Smareis disse...

Oi Paulo!
Boa tarde!

Identifiquei-me muito com sua escrita.
Quando eu era criança ia para o sitio da minha família nas férias, e sempre gostava de subir nos pé de árvore. Era uma sensação muito boa. Acho que todos nós temos um espaço preferido. Seja numa árvore, na própria casa, ou qualquer outro lugar, para se refugiar quando necessário... Por vezes já me senti assim, fora de mim.
Desejo uma excelente semana!
Um abraço!

Vera Lúcia disse...


Olá Paulo,

Há dias assim mesmo, em que uma sensação estranha nos invade. Talvez seja o nosso espírito com saudades de sua terra natal-rs. Ri, mas acredito em tal hipótese. Também tenho meu canto de eleição aqui em casa. Mesmo quando o que procuramos está à frente dos nossos espelhos nos recusamos a olhar para eles, pois, no fundo, não desejamos ver realmente o que ou quem ali está.

Linda prosa, amigo.

Feliz semana.

Beijo.

lua singular disse...

Oi Paulo,
Seu conto é lindíssimo, mas eu particularmente era um terror em forma de gente. Talvez essa minha loucura me fez mulher feliz.
Andava por esse Brasil afora de carro com meu marido doente e meu bebê, já pensou se ele morresse no caminho. Teria coragem de voltar. Doidinha.
Nunca ficava parada quando criança e não gostava da escola, mas de livros adorava. Lia só à noite.
Agora tô mais tranquila porque fiz uma cirurgia.kkk
Beijos
Olhe meu blog mais abaixo- uma loucura.kkk

Tina Bau Couto disse...

Pois é
Eu também fico a divagar, pensando na morte da bezerra, no nada cheio de tudo e as vezes em tanta coisa cheia de nada
E não é fome
Não é tristeza
Não é falta do que fazer (geralmente vou confessar esse sintoma se dá quando muitas coisas me esperam e eu fico como se não houvesse amanhã)
Em suspenso
Não lamento, não enfrento
Não questiono
Tocou eu danço
Parou, descanso
E nessas pausas, sem querer ou consentidas, colho, broto, finco raízes, ganho asas
Porque não!
Para que explicação?

Van disse...

Oi Paulo

Às vezes guardamos tão bem guardado que é difícil encontrar.
Outras vezes não encontramos porque não guardamos.

Um beijo imenso

Nelma Ladeira disse...

É verdade cada pessoa tem seu cantinho preferido.
Para lê um bom livro ou mesmo para olhar pro nada...
E As vezes procuramos alguém ou algo,mas não percebemos que está em nossa frente!!
Lindo texto Paulo.
Boa noite.

Luciah López disse...

Passando para agradecer sua visita! :)

Adelisa Silva disse...

Olá Paulo Francisco! Bom dia!
Obrigada pela visita em meu blog.
Muito lindo o seu blog e tudo o que vc escreve!
Voltarei mais vezes para conhecer melhor.
Um grande abraço, que Deus o abençoe.
Adelisa.
http://adelisa-oquerealmenteimporta.blogspot.com.br/

sandra mayworm disse...

As vezes vamos dar uma voltinha e deixamos em nós mesmos um vazio. Nos ausentamos ou por breve tempo, perdemos o referêncial seguro.
Boa semana...e será que acabaram todas as construções antigas aí em Tere, mesmo? Não sobrou umazinha pra contar história????
Abração, Paulo.

aluaeasestrelas disse...

"Há dias assim: procuramos e não encontramos. Mesmo quando o que procuramos está à frente dos nossos espelhos". É exatamente isso que acontece em determinados dias! Perfeita descrição Paulo! Adorei o texto, parabéns!

SOL da Esteva disse...

As recordações do tempo são um novo refúgio, agora por palavras que dizem sentires.
Ainda hoje desconheces o motivo precioso que te levava a pensar do modo como o fazias. É bom podermos desfiar palavras dos pensamentos.
... Acho que andei por aí!


Abraços


SOL

Tina Bau Couto disse...

Vindo lá da minha varanda
Para que perguntas e respostas
Ah o silêncio!!!
Te respondi lá

Bom feriado
Cheio ou página em branco ;)

Cristal Azul disse...

Acho que você anda meio perdido hem.
Mais é verdade as vezes nos perdemos,sem nem sair do lugar,nos perdemos no passado,ou nos nossos pensamentos.
Mais no final você se encontrou...Foi só olhar no espelho.
Adorei o seu blog,beijos.

Vera Lúcia disse...


Olá Paulo,

Concordo com o seu comentário. De fato, teoria é uma coisa e prática é bem outra, mas 'água mole em pedra dura tanto bate até que fura', né não? E, depois, a própria vida vai nos mostrando o que é melhor para nós.
Obrigada pela visita. Adoro vê-lo por lá.
Ótimo feriado.

Beijo.

MARILENE disse...

Nunca subi em uma árvore e vi como extremamente prazerosa sua sensação, lá no galho da cajazeira. Inútil procura essa, por nós mesmos. Melhor colher alegrias e colocá-las nesses vazios que, por vezes, nos cobrem. Bjs.

Gracita disse...

Olá Paulo Francisco
Há dias assim em que nos recolhemos no silêncio taciturno de um dia cinzento e buscamos na memória as respostas para tal comportamento. Ao se ver no espelho da tua vivência encontrou-se com sua meninice. Lindo o texto
Um carinhoso abraço

luna luna disse...

penso que de alguma forma todos nos identificamos com essa procura de espaços externos e internos, eles são necessários para nos centrarmos no essencial no que vale a pena e nesses momentos sonhamos sonhos sonhados e sonhos vividos, nem sempre entendemos ou encontramos soluções mas ficamos mais perto de nós mesmos e do que verdadeiramente somos, quem sabe da nossa alma.bjs

Alfa & Ômega disse...

Então... procurei por você! Achei-te aqui no blog que estou visitando. Corri aqui para matar as saudades. Me lembro que houve mudanças no seu blog e eu não mais conseguia comentar. Bom te ver, Paulo Francisco e ver que está simples comentar aqui! Seu texto está ternurento e fez com que, à medida que eu te lia, também eu divagava nos meus encontros e fugidas de mim! Um encanto e meu saudoso abraço!

Beatriz disse...

Olá Paulo
Vim retribuir-lhe a visita e gostei muito! Confesso que tem dias que também me sinto assim, fora de mim, e ao mesmo tempo tão perto...

Um abraço

Bia <°)))<