Passagem

Ela o olhou e sorriu. O seu olhar de pedra se desmanchou em areia - não pode deixar de sorrir também. Era final de tarde e os raios solares cortinavam as suas faces. Mais uma vez ela sorriu; mais uma vez ele se desmanchou. Ela seguiu em frente. Ele continuou a sorrir parado no tempo. Tempo sem cor. E a tarde se foi junto com os raios...

Paulo Francisco

Um comentário:

Joakim Antonio disse...

Momento belamente descrito.

Abraço e linda vida.

Feliz dia do escritor!